Buscape

Lomadee, uma nova espécie na web. A maior plataforma de afiliados da América Latina.

Bondfaro

Lomadee, uma nova espécie na web. A maior plataforma de afiliados da América Latina.

domingo, 8 de maio de 2011

15 Anos sem Mamonas assassinas


Após 15 anos do acidente que encerrou prematuramente a carreira dos Mamonas Assassinas, os músicos ainda são lembrados com carinho. A banda será homenageada pela agremiação Inocentes de Belford Roxo, sexta escola a desfilar no Grupo de Acesso A. Parte da família de Dinho viaja para o Rio para acompanhar o desfile.
O que é legal é que, mesmo depois de 15 anos, a classe artística ainda demonstra muito carinho. - diz Jorge, primo do cantor.
Outra produção que irá lembrar a história dos rapazes de Guarulhos, é um filme que ainda está em negociação. A produção já sofreu cortes de orçamento e tem dificuldade de conseguir apoio.
- É complicado que são quatro famílias, precisamos da aprovação de todos e todos tem interesse em lançar o filme. Esbarramos na questão de recursos, de incentivos. A prefeitura de Guarulhos não está cooperando muito.
A mãe de Dinho, Célia Alves, fica feliz em ver que seu filho ainda é lembrado:
- Ele tinha uma alegria natural e bonita e 15 anos depois o povo não esquece.
Sueli Reis, irmã do baixista Samuel e o baterista Sérgio, também fala com alegria do reconhecimento que o Mamonas ainda tem:
- Ver o carinho do público e da mídia pelos meninos depois de tanto tempo é realmente emocionante, pois, afinal, foram só 7 meses de sucesso!
Foram dois milhões de discos vendidos, numa trajetória relâmpago que durou cerca de um ano. Um fenômeno pop como há muito não se via no Brasil, e que foi violentamente interrompido por um acidente aéreo no dia 02 de março de 1996. Interrompido, mas não encerrado definitivamente. Visando conservar a memória desse atual trecho da história da cultura pop nacional, foi lançado o livro Mamonas Assassinas - O show deve continuar..., do escritor paulistano E. Chérri Filho.



A biografia da banda nascida em Guarulhos, São Paulo, foi planejada pelos familiares do vocalista Dinho, seus pais Célia e Hildebrando Alves, e pela editora Primeira Impressão. Chérri Filho foi incumbido de preparar o livro em dois meses, a tempo de entregá-lo para o lançamento no mesmo período do aniversário de Dinho, dia 05 de março (coincidentemente, também próximo à data da tragédia que o matou). O lançamento aconteceu no dia 07 de março passado, em Guarulhos, com direito a bandas covers, muitos fãs fantasiados, e familiares.
O escritor conta que, durante o processo de produção, chegou a passar 15h por dia diante do computador, pesquisando e escrevendo tudo sobre a vida da satírica banda de pop/rock. O resultado está em 176 páginas que narram toda a história do surgimento, auge e fim dos Mamonas. Chérri ficou por muito tempo em contato direto com os familiares do vocalista Dinho, colhendo depoimentos, histórias e detalhes pessoais sobre o grupo.
Os fãs e curiosos encontrarão histórias sobre a banda Utopia, que reuniu os membros originais do quinteto. Após a tentativa mal sucedida de tornar-se um novo Engenheiros do Hawai/Legião Urbana, o grupo acabou atingindo o sucesso com um estilo altamente próprio. Chamado jocosamente de "rock engraçadinho" pela imprensa, os Mamonas Assassinas abusavam de citações a outras bandas de rock, e letras com bastante escatologia e palavrões. O senso de humor infantil encantou, sobretudo, as crianças, maiores fãs da banda.
A abertura do livro, escrita por Lucimara Parisi, diretora de produção do programa Domingão do Faustão, resume um pouco da comoção causada pelos Mamonas, neste trecho: "As crianças no Brasil tinham sempre adoração pelas letras das músicas, sujeitas a objeções e fazendo paródias das letras originais. Eles gostavam muito das brincadeiras indecentes. Semelhantes aos Beavis e Butt-head nos Estados Unidos, qualquer coisa que divertisse as pessoas jovens era um jogo para a mídia. Para o desespero de muitos pais brasileiros, seus filhos eram os consumistas dos mais recentes lançamentos, com um apetite voraz.". Lucimara conhece Dinho desde a época do programa de rádio Balancê, que produzia com Fausto Silva.
A questão é: passados oito anos de seu desaparecimento, ainda há interesse pelos Mamonas Assassinas no Brasil? De acordo com Chérri, da parte dos ouvintes e consumidores de música pop, sim. Talvez nem tanto, da mídia. "O problema é que, a mesma imprensa que endeusava a banda, agora não liga mais para ela, acha que não dá mais retorno", reclama. Ele lembra que além do aniversário de morte do grupo, também houve a reabertura do processo sobre o caso do acidente, na justiça. "Ainda há fãs-clubes por todo o país, gente nova que descobre a música deles todo dia, e os reafirma como a grande banda pop nacional dos anos 90. O livro é uma forma de manter essa memória", conclui.
Uma trajetória de amizade e momentos marcantes da tv
Além do livro sobre a trajetória dos Mamonas Assassinas, o escritor Chérri Filho, 45, está com outra publicação de cunho biográfico no prelo: previsto para o final de maio, o livro que contará a história profissional de Fausto Silva e Lucimara Parisi promete dar o que falar. "Os dois estão super empolgados com esse trabalho", conta Chérri, que namora a diretora Lucimara há nove meses - passaram o carnaval em Natal.
O livro, ainda sem título, mostrará a carreira individual de Fausto e Lucimara, até o momento em que a dupla se conheceu em programas radiofônicos de esporte e humor, como o Balancê, da Excelsior. Será recheado por ilustrações e fotos da época. O destaque será a fase que engloba o programa cult Perdidos na Noite, que esteve no ar por 20 anos nas redes Gazeta, Record e, finalmente, Bandeirantes.
Perdidos não era engraçado apenas na frente das câmeras. Os casos de bastidores serão ressaltados com bom humor por Chérri, através de várias histórias e depoimentos. Entre eles, o autor cita o do sambista Zeca Pagodinho, que certa vez foi trazido diretamente do morro, embriagado, por Lucimara; ela teve que dar um banho nele, de roupa e tudo, momentos antes de entrar no palco, de tão bêbado que o cantor estava. "Lucimara empurrava perua com a equipe, marcava as pautas do orelhão, era uma dureza só", diverte-se.

O Acidente ( Informações)


A aeronave havia sido fretada com a finalidade de efetuar o transporte do grupo musical para um show no Estádio Mané Garrincha, em Brasília. No dia 1º de março de 1996, transportou esse grupo deCaxias do Sul para Piracicaba, onde chegou às 15h45. No dia 2 de março de 1996, com a mesma tripulação e sete passageiros, decolou de Piracicaba, às 07h10, com destino a Guarulhos, onde pousou às 7h36.
A tripulação permaneceu nas instalações do aeroporto, onde, às 11h02, apresentou um plano de voo para Brasília, estimando a decolagem para as 15h00. Após duas mensagens de atraso, decolaram às 16h41. O pouso em Brasília ocorreu às 17h52.
A decolagem de Brasília, de regresso a Guarulhos, ocorreu às 21h58. O voo, no nível (FL) 410, transcorreu sem anormalidades. Na descida, cruzando o FL 230, a aeronave de prefixo PT-LSD chamou o Controle São Paulo, de quem passou a receber vetoração por radar para a aproximação final do procedimento Charlie 2, ILS da pista 09R do Aeroporto de Guarulhos (SBGR).
A aeronave apresentou tendência de deriva à esquerda, o que obrigou o Controle São Paulo (APP-SP) a determinar novas proas para possibilitar a interceptação do localizador (final do procedimento). A interceptação ocorreu no bloqueio do marcador externo e fora dos parâmetros de uma aproximação estabilizada. Sem estabilizar na aproximação final, a aeronave prosseguiu até atingir um ponto desviado lateralmente para a esquerda da pista, com velocidade de 205Kt a 800 pés acima do terreno, quando arremeteu.
A arremetida foi executada em contato com a torre, tendo a aeronave informado que estava em condições visuais e em curva pela esquerda, para interceptar a perna do vento. A torre orientou a aeronave para informar ingressando na perna do vento no setor sul. A aeronave informou "setor norte".
Na perna do vento, a aeronave confirmou à Torre estar em condições visuais. Após algumas chamadas da Torre, a aeronave respondeu e foi orientada a retornar ao contato com o APP-SP para coordenação do seu tráfego com outros dois tráfegos em aproximação IFR. O PT-LSD chamou o APP-SP, o qual solicitou informar suas condições no setor. O PT-LSD confirmou estar visual no setor e solicitou "perna base alongando", sendo então orientado a manter a perna do vento, aguardando a passagem de outra aeronave em aproximação por instrumento.
No prolongamento da perna do vento, no setor Norte, às 23h16, o PT-LSD chocou-se com obstáculos a 3.300 pés (1006 metros), no ponto de coordenadas 23º25'52"S 046º35'58"W. Em consequência do impacto, a aeronave foi destruída e todos os ocupantes faleceram no local.

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Praça em Homenagem aos Mamonas Assassinas:

Praça em Homenagem aos Mamonas Assassinas:

Parque Cecap: abriga a Praça Mamonas, que foi revitalizada, e tem um monumento em homenagem à banda Mamonas Assassinas. É arborizada, tem uma pista de skate e campo de bocha. Av. Odair Santanelli, s/n, em frente ao Condomínio Espírito Santo, no Parque Cecap.

Acidente:


Uma operação equivocada do piloto é a versão do Departamento de Aviação Civil (DAC) para explicar o acidente com o jatinho que causou a morte dos cinco integrantes do grupo Mamonas Assassinasna noite de 2 de março de 1996, em São Paulo.
A 10 quilômetros do Aeroporto de Cumbica, em Guarulhos, o piloto repetia, a pedido da torre de controle, o procedimento de aterrissagem. No entanto, em vez de fazer uma curva para a direita, virou o avião Lear Jet 25, prefixo PT-LSD, para a esquerda, chocando-se com a Serra da Cantareira.
Além dos componentes da banda, Dinho, que completaria 25 anos dali a três dias, os irmãos Samuel (que completaria 23 anos no dia 11 de março) e Sérgio, Júlio e Bento, também morreram no acidente o piloto, o co-piloto e dois assistentes dos artistas, sendo que um deles se chamava Isaque Souto (apelido Shure Lambers), primo de Dinho, que era roadie responsável pela bateria de Sérgio,e o outro era Sérgio Saturnino Porto, mas conhecido pela produção como Reco, que era chamado também de anjo da guarda dos Mamonas pois a sua função era a de segurança do grupo.
A morte trágica de seus cinco integrantes causou comoção nacional, menos de dois anos depois da morte de Ayrton Senna em 1994. Dias após, houve um minuto de silêncio no Maracanã, antes do jogo entre Flamengo e Botafogo.

domingo, 24 de outubro de 2010

O Acidente:

Fotos dos Mamonas Assassinas A morte dos Mamonas Assassinas, em 1996, chocou o Brasil. Os músicos voltavam de um show quando o avião em que estavam chocou-se contra a Serra da Cantareira, em São Paulo. Grande parte do sucesso dos Mamonas deveu-se ao vocalista Dinho, o mais palhaço dos cinco, que ainda arrancava suspiros das meninas. Bento (guitarra), um japonês que se apresentava usando uma peruca rastafári, era o responsável pela mistura de estilos musicais da banda, que ia do sertanejo ao rock, passando pelo vira, tradicional música portuguesa. Julio Rasec (teclados) – o sobrenome artístico era, na verdade, seu segundo nome, César, escrito ao contrário – ficou conhecido pela performance de Maria, na música "Vira-Vira". Os irmãos Reoli, Samuel (baixo) e Sérgio (bateria), usavam uma corruptela do verdadeiro nome da família, Reis de Oliveira, como nome artístico. Os Mamonas começaram sem Dinho, numa banda chamada Utopia, especializada em covers de de grupos como Legião Urbana e Rush. O vocalista foi incorporado em meio a um show, e desde então o Utopia passou a apresentar-se na periferia de São Paulo e lançou um disco que não vendeu 100 cópias. Aos poucos, os integrantes começaram a perceber que as palhaçadas e as letras de música que zombavam de amigos e parentes eram mais bem recebidas pelo público do que os covers. Decidiram, então, mudar o perfil da banda, a começar pelo nome. A fita demo que prepararam caiu nas mãos, e nas graças, de Rafael, filho do diretor artístico da EMI-Odeon, João Augusto Soares e baterista da banda Baba Cósmica, que foi lançada logo depois da morte dos Mamonas. João Augusto ouviu e contratou a banda em 28 de abril de 1995, consolidando uma parceria que rendeu um milhão de cópias vendidas em menos de um ano de carreira. Em pouco tempo a banda estava fazendo cinco shows semanais e seduzindo fãs adolescentes e infantis, que adoravam as letras escrachadas e a performance divertida e irreverente. Além do "Vira-Vira", outros sucessos foram "Pelados em Santos", "Robocop Gay" e "Sabão Crá-Crá" Depois do desastre, a gravadora ainda lançou um disco ao vivo e a imagem dos integrantes chegou a ser comercializada em produtos como álbum de figurinhas.

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Gravadora pode lançar mais um disco dos Mamonas Assassinas, diz pai do vocalista


Divulgação/EMI MusicFoto Divulgação/EMI Music
Durante meteórica trajetória, o Mamonas Assassinas vendeu mais de dois milhões de cópias de seu primeiro disco. A banda liderada por Dinho criou sucesssos como Pelados em SantosRobocop GayVira-Vira e Sabão Crá-Crá
Mesmo depois de mais de dez anos do final trágico do Mamonas Assassinas, o grupo escrachado ainda desperta interesse nos fãs e na mídia. Tanto que o pai do vocalista Dinho, Hildebrando Alves Leite, revelou ao  R7 que a gravadora EMI Music deve lançar mais um disco póstumo do quinteto de Guarulhos (SP).
- Eles já falaram comigo sobre isso, mas ainda não há uma data prevista. Acho que estão esperando o lançamento do filme.
A EMI não confirmou e nem desmentiu a provável novidade.
Apesar disso, a enxurrada de produções sobre a banda mostra que os Mamonas ainda estão em alta. 2009 foi o ano que a história do grupo foi contada na reedição do livro Blá-Blá-Blá, do jornalista Eduardo Bueno, no documentário Mamonas Assassinas, o Doc, de Cláudio Kahns e o DVDMamonas Assassinas – Por Toda a Minha Vida, da Globo Marcas/EMI.
O pai do Dinho vê essa onda como “prova do reconhecimento do trabalho da banda”.
Mas as homenagens não param por aí. Segundo o diretor de Mamonas Assassinas, o Doc, o longa chegará às telonas até o final do primeiro semestre de 2010.
- Decidi mudar o nome do documentário para Mamonas Assassinas para Sempre. Apesar disso, o filme continua igual. No ano passado, fizemos umas pré-estreias pelo Brasil e, para 2010, o longa será lançado nacionalmente.
Além disso, o cineasta contou que também está desenvolvendo uma ficção sobre a história de Dinho, Bento (guitarra), Júlio (teclados), Samuel (baixo) e Sérgio (bateria). A produção será dirigida por Maurício Eça.
- Na verdade, o documentário nasceu dessa ficção. Ela tem o orçamento de R$ 5 milhões e já temos 40% desse valor captado. Faremos um concurso para escolhermos o elenco principal do filme.
O longa, ainda sem nome e roteiro fechados, deve ser rodado em 2010 para chegar aos cinemas em 2011.

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Curiosidades
-Dias após o acidente, houve um minuto de silêncio no Maracanã, antes do jogo entre Flamengo e Botafogo.

-A banda “Titãs” dedicou seu álbum Acústico MTV de 1997 aos Mamonas Assassinas. Em 1999, os Titãs regravariam o sucesso “Pelados em Santos” no álbum de covers As Dez Mais.

-A banda paulistana 365, para a qual os Mamonas abriam os shows quando ainda eram “Utopia”, compôs a música “Manhã de Domingo”, presente no disco “Do Outro lado do Rio” (2005), em homenagem aos Mamonas.

-A Turma da Mônica fez a história “Mamonamania” pouco antes do acidente. Em outra história, Mônica conhece o grupo Azeitonas Assassinas, que toca uma versão de “Pelados em Santos”: “Mina…seu jumento é da hora…mas como ele demooora…”

-Os Mamonas voltam do além em um episódio da “Mega Liga MTV de VJs Paladinos”, desenho animado da MTV Brasil, para impedir o vilão Roberto Leal.

-A canção “Robocop Gay” foi incluída na trilha sonora da telenovela Caminhos do Coração (2007/2008), da Rede Record, como tema do personagem Danilo, interpretado por Cláudio Heinrich.

-No dia 10 de julho de 2008 a Rede Globo exibiu o especial “Por Toda Minha Vida”, em homenagem ao grupo. O programa bateu o recorde de audiência do horário, com 26 pontos de média no IBOPE.

-1406 – A música faz uma sátira sobre o dinheiro e o comércio. (011)1406 era o telefone de compras de um famoso canal de televendas.

-Pelados Em Santos – O grande hit dos Mamonas Assassinas. É um convite para amor em Santos, numa Brasília amarela, de roda gaúcha. Fora regravada em espanhol com o nome “Desnudos en Cancún”.

-Chopis Centis – Um peão de obras descreve seu passeio no Shopping center. Paródia à musica Should I Stay Or Should I Go do The Clash.

-Uma Arlinda Mulher – Paródia à música romântica. O título aproveita-sede um filme com Julia Roberts. O Tecladista, Júlio Rasec, satiriza o estilo vocal do cantor Belchior.

-Robocop Gay – Homenagem ao personagem de Jô Soares, o Capitão Gay, ligando com o do personagem do cinema, o Robocop.

-Uma Arlinda Mulher – Paródia à música romântica. O título aproveita-se de um filme com Julia Roberts. O Tecladista, Júlio Rasec, satiriza o estilo vocal do cantor Belchior.
-Bois Don’t Cry – Paródia ao sertanejo. O título é uma paródia à “Boys Don´t Cry”, do The Cure. Lá Vem o Alemão – Paródia à um pagode de muito sucesso na época, “Lá Vem o Negão”.

sábado, 18 de setembro de 2010


Curiosidades

  • O vocalista Alecsander Alves, o Dinho, fazia comícios por toda a cidade de Guarulhos, especialmente para o vereador Geraldo Celestino. Dinho fazia imitações, entre outros, do ex-pugilista Maguila, de Silvio Santos e do atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Nos anos 80, Dinho foi vencedor de um concurso de dança no Programa Silvio Santos, além de ser frequentador assíduo dos programas Matéria Prima (comandado por Serginho Groisman na TV Cultura) e Perdidos na Noite (comandado por Fausto Silva na Rede Bandeirantes). Aos 6 anos, Dinho fez parte de um coral evangélico.
  • No dia do acidente, o tecladista Júlio Rasec, após arrumar seu cabelo, revelou, em vídeo gravado por seu cabeleireiro, que sonhou com uma queda do avião na noite anterior, como uma premonição do acidente.
  • Dias antes do acidente, o baixista Samuel Reoli escreveu uma carta para a família, agradecendo a Deus e à família por tudo que ele viveu. A carta ficou guardada por meses até ser encontrada pelo pai de Samuel, que se emocionou ao encontrá-la.
  • Em 1992, quando eram o Utopia, os integrantes tentaram tocar no Estádio Paschoal Thomeo(conhecido como Thomeozão), em Guarulhos, porém foi expulsa pelo dirigente do mesmo, que considerava que a banda nunca iria fazer sucesso devido ao nome (Utopia). Em Janeiro de 1996, porém, já como Mamonas, os cinco lotaram o estádio.
  • O apelido de Dinho foi dado por sua avó, que o chamava assim por não conseguir pronunciar seu nome verdadeiro (Alecsander Alves).
  • O logotipo da banda é uma inversão da logomarca da Volkswagen, colocada de ponta-cabeça. Um veículo da empresa alemã é citado na canção "Pelados em Santos": a Volkswagen Brasília, e em outra faixa a Volkswagen Kombi.

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Na tv em breve (Documentário) Sobre Mamonas Assassinas

A história dos Mamonas Assassinas será contada em um documentário com estreia prevista para abril, informa o site CineclickMamonas, o Doc, foi dirigido por Cláudio Khans, que também atuará como produtor de um longa ficcional sobre o quinteto de Guarulhos.

O documentário apresenta imagens de arquivo de familiares, amigos e até fãs dos integrantes. O diretor informou que muito do material filmado em shows por Dinho, Bento Hinoto, Júlio Rasec e os irmãos Samuel e Sérgio Reoli também foi utilizado no filme.

O outro longa sobre o grupo, a ficção Mamonas, o Filme, será dirigido por Maurício Eça, conhecido por seu trabalho com videoclipes (entre eles, "Diário de um Detento", dos Racionais MCs, "Máscara", da Pitty, e "1997", do Hateen). A produção tem orçamento de R$ 5 milhões e deve contar com atores desconhecidos para os papeis principais.

Estréia na Tv

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Um Pouco da vida de Mamonas Assassinas:

Guarulhos, São Paulo, Brasil (1995 – 1996)
Mamonas Assassinas foi uma banda brasileira de rock cômico surgida em Guarulhos, São Paulo, Brasil, ativa entre 1995 e 1996.

Em 1989 os irmãos Samuel e Sérgio Reoli, junto com Júlio Rasec e Bento Hinoto, formaram uma banda de rock chamada Utopia, especializada em covers de grupos como Legião Urbana e Rush. Em um show, o público pediu para tocarem Sweet Child o’Mine dos Guns N’ Roses, e como não sabiam a letra, pediram a um espectador para ajudá-los. Dinho voluntariou-se para cantar, e com sua performance escrachada fez o público rir, sendo aceito no grupo.
Membros
Todos nascidos em Guarulhos, São Paulo, exceto Dinho, baiano de Irecê.

* Dinho (Alecsander Alves) - vocal, nascido em 5 de março de 1971

* Samuel Reoli (Samuel Reis de Oliveira) - baixo, nascido em 11 de março de 1973

* Júlio Rasec (Júlio César Barbosa) - teclados, nascido em 4 de janeiro de 1968

* Sérgio Reoli (Sérgio Reis de Oliveira) - bateria, nascido em 30 de setembro de 1969

* Bento Hinoto (Alberto Hinoto) - guitarra, violão, nascido em 7 de agosto de 1970